quinta-feira, 6 de maio de 2010

Para pacientes experts

O Novo Código de Ética Médica entrou em vigor no dia 13 de abril deste ano. Revisado após 20 anos  de vigência do Código anterior, este documento refere-se à responsabilidade profissional, ética, conflitos de intereses, direitos humanos, publicidade médica, à relação médico paciente, dentre outros. 

Porém, quero ressaltar neste post o Capítulo V, do artigo 31 ao 42 do Código, que refere-se a relação médico/ paciente e familia.

Gostaria que os pacientes experts se inteirassem das informações ali discorridas sobre o que é proíbido aos médicos relativo a este tema. Não para causar desentendimentos com os médicos, mas sim para orientá-los (os pacientes) sobre seus direitos, e consequentemente, sobre os deveres da classe médica. Pois a informação ainda é a arma mais eficaz do argumento.

O novo Código, foi destribuído a todos os médicos, no entanto à população não. Então disponibilizo aqui o link para que acessem o documento na íntegra:

http://www.portalmedico.org.br/novocodigo/integra_5.asp

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Maravilha de produção, roteiro e efeitos


No dia 25 de abril, dois dias após sua estreia, fui assistir ao filme mais comentado e divulgado nos últimos meses "Alice no país das Maravilhas". Fui simplesmente pela motivação de um jornalista, a curiosidade. Pois mesmo tendo acompanhado as notícias sobre como seria o filme, efeitos especiais, figurino e etc, não esperava lá grande coisa.

Após assistí-lo, atenta e empolgadamente, tive minhas expectativas mais do que superadas, ultrapassadas. Pois a história de Alice, que eu particularmente sempre achei meio louca, foi verdadeiramente abordada de uma maneira fascinante!

Sai do cinema, com a imagem de uma outra Alice, inquieta, independente e que sem receios quebrou paradigmas impostos a ela. Sem contar com a magnífica atuação de Johnny Depp, o chapeleiro maluco, ousado e inteligente.

Enfim, adorei. Não vou contar-lhes tudo porque senão perde a emoção.
Indico assistirem em 3D, é claro, e legendado hein.

Até mais...

terça-feira, 30 de março de 2010

Em frente

Hoje estamos aqui
cheios de planos, sonhos e caminhando por uma estrada que certamente nos conduzirá a concretização destes desejos.

Amanhã,
pode acontecer algo que nos tire completamente desta estrada, a ponto de nos sentirmos absolutamente sem chão.

E como reconstruir a ideia de querer outros planos e iniciar uma nova trajetória, outra vez, ainda mais por algo ou alguém que não queremos querer?

Há decisões que não tomamos, pelo simples fato de não termos como impulsioná-las, assim como cartas que não escrevemos, por não termos o que dizer.

Quando a resposta é o vazio, o tempo se encarrega de nos mostrar outros valores e acabamos encontrando outros motivos para seguir em frente.

E assim, as situações inesperadas nos tornam arquitetos e engenheiros, erguendo nossas próprias vidas com a melhor estrutura e beleza possível.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Sem saber



Na verdade, não temos mais nada, a não ser um elo imaginário, 
uma linha invísivel que nos liga e que pouco a pouco se desfia.
Você já não colabora com os bons elementos de uma relação, 
carinho, atenção, dedicação.


E perante isso me resta apenas a dúvida: realmente ainda existe amor?
Se todos sentimentos abaixo dele são inexistentes. 
Se não consegue me dar migalhas, quem dirá o "pão", composto por elas.


Se em dois meses vivemos no paraíso, 
hoje nos encontramos em outra estação, vazia, 
sem cor, brilho ou vibração.


Procuro entender por onde tudo se perdeu, 
onde formei o vão por onde tudo se escorreu.
Sei que perdi o mais importante, o respeito, a confiança.
Elementos que desde o início eu sabia que aconteceriam no fim.


Na verdade eu sempre previ este trágico fim, 
porque desde o começo eu sabia
que só seria capaz de dizer certas coisas ao partir...
Só não entendo porque ainda não fui.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cartas

"Sempre haverá uma canção cantando tudo de mim. Sempre haverá uma voz cantando tudo, tudo de nós."


A você, meu grande amor...

A verdade é que tenho medo de não amar mais ninguém...
Tenho medo... de você ser a única chance de eu ser verdadeiramente feliz;
Tenho medo... da incapacidade de amar novamente e ter somente lembranças do meu grande amor;
Tenho medo... de viver do passado e fazer do meu presente minuciosas comparações das diferenças que em outras pessoas hei de encontrar;
Tenho medo... das qualidades e dos defeitos que hão de ser diferentes, e as suas eu jás as conheço tão bem;
Tenho medo... de que no auge de minhas mais intensas ilusões, você volte a me assombrar e desmorone meus gigantes castelos compostos por grãos;
Tenho medo... não do que você representa agora, mas da marca que pode deixar, do que possa significar depois do suposto fim;
Tenho medo... de perdê-la para sempre e ser apenas mais um frustrado, vazio, escuro e inútil vaso, que um dia uma linda rosa o enfeitou, o coloriu e o fez por alguns momentos que fosse notado, completo e repleto de motivos para dizer que tudo valeu a pena.

                                                                                                                                                Elís Lucas